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Dia 16 de maio, quarta-feira

A Corregedoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu quatro policiais civis e um agente penitenciário numa operação contra o jogo do bicho. Eles foram alvo da operação Alçapão. 

Os mandados de prisão foram executados na cidade do Rio, em Duque de Caxias e em Itaboraí. Todos os presos responderão pela prática do jogo do bicho, formação da quadrilha, corrupção e lavagem de dinheiro. 

A Polícia Civil e o Ministério Público também cumpriram mandados contra traficantes do Rio e das cidades da Baixada Fluminense que usam menores na venda do tráfico e até como braços armados das facções.

A Delegacia de Combate às Drogas e o Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado fizeram uma operação nas cidades de Duque de Caxias, Belford Roxo, São João do Meriti, Magé e Nova Iguaçu. As investigações duraram um ano. 

A Delegacia de Repressão às Ações Criminosas e a Subsecretaria de Inteligência cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão no camelódromo da Rua Uruguaiana no Rio de Janeiro.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial, recuperou cinco toneladas de camisas piratas da seleção brasileira e prendeu oito pessoas. Todos os equipamentos que faziam a confecção das roupas também foram apreendidos.

A Polícia Militar voltou a comandar o patrulhamento nas favelas de Bangu. A decisão segue o projeto piloto da intervenção, iniciado em fevereiro de 2018. O Gabinete da Intervenção tomou esta medida com o objetivo de reduzir os índices de criminalidade na região. O 14º Batalhão de Polícia Militar assumiu essa responsabilidade. 

O bebê baleado na segunda-feira dentro de um colégio na Zona Sul do Rio foi operado para retirada de fragmentos do projétil que ficou alojado em seu ombro. O bebê foi atingido no colo da mãe, enquanto ela aguardava seu outro filho sair da escola. O colégio fica no bairro do Cosme Velho e, segundo o aplicativo Fogo Cruzado, em 2018 já foram quinze crianças atingidas por bala perdida no Rio de Janeiro. 

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, revelou a apuração que liga políticos do Rio a facções e milícias.

Um prédio próximo ao Comando Militar do Leste, centro do Rio, é usado como “boca de fumo”. 

O Exército entregou cem fuzis para um batalhão da PM no Rio.

A violência no entorno da Universidade Federal Fluminense, em Niterói, tornou-se um grave problema para os estudantes, funcionários e professores. Estudantes dizem que o caminho de saída do campus do Gragoatá e do campus do Valonguinho está sem policiamento e vários assaltos estão ocorrendo na região. 

Na Avenida Marechal Rocha, ocorreram roubos seguidos de tiroteios. As ocorrências serão investigadas pela 25ª Delegacia de Polícia.

Surgiu uma nova linha de investigação no caso Marielle Franco e Anderson Gomes. A polícia investiga se a arma utilizada teve adaptação para abafar ruídos.

Em Vila Kennedy, os moradores dizem que a ocupação não diminuiu o tráfico e que os bandidos andam disfarçados pela comunidade. A frase mais escutada é “as Forças Armadas vieram e foram embora”.

Na Ilha do Governador, jovem foi morta com tiro na cabeça durante um assalto. Segundo a Delegacia de Homicídios, a vítima reagiu. 

O site Fogo Cruzado divulgou que, em 2018, uma pessoa foi baleada em média a cada seis horas na cidade do Rio de Janeiro.

Até amanhã,

Equipe do Olerj