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Dia 26 de abril, quinta-feira

Dois suspeitos morreram em uma operação em Volta Redonda, região sul do estado. Eles estavam escondidos em uma mata fechada, mas foram encontrados e mortos por policiais militares.

No Morro do Borel, região da Tijuca, na capital, três suspeitos foram presos com armas, drogas e cadernos de anotações do tráfico. O caderno será investigado pela polícia.

Ontem (25), o dia começou com a notícia do assassinato, em São Gonçalo, de um filho de um policial militar.

Um homem foi preso acusado de matar a própria irmã em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. 

Um PM reagiu a tentativa de assalto num posto de gasolina na Barra da Tijuca e matou um dos suspeitos. Tem sido muito comum ações isoladas de policiais em serviço e muitos fora de serviço, reagindo a assaltos e tentativas de assalto. 

Esses episódios têm sido avaliados por especialistas como arriscados, pois como podem gerar muitos riscos para a população.

A investigação policial sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes encontrou novos fragmentos de projéteis no carro onde estava a vereadora no momento do crime.

Desde domingo, uma quadrilha vem realizando arrastões nos bairros da Zona Sul de Niterói. Imagens estão sendo rastreadas para identificar os bandidos. A investigação está sendo coordenada pela 77ª Delegacia de Polícia. A polícia divulgou o telefone 96722 8152 para que denúncias sejam feitas, garantindo sigilo total.

Um cartaz está sendo distribuído via redes sociais, com o título “Oito dias de terror”, com datas e nomes de bares assaltados na semana passada. No final da tarde de ontem, foi preso o chefe da quadrilha que assaltou os bares da Zona Sul de Niterói. Acusado de comandar o chamado “bonde do fuzil”, ele foi capturado em casa na região oceânica da cidade. O setor de inteligência da Polícia Civil investigou os assaltos por vinte dias. 

Uma operação policial contra milicianos foi antecipada em Campo Grande, Zona Oeste da cidade do Rio, após delegados serem ameaçados de morte. A ação contou com 180 agentes divididos em 60 equipes. O alvo principal foi prender o miliciano Wellington Braga, o Ecko.

Essa operação foi deflagrada 18 dias após a que prendeu 159 pessoas numa festa em Santa Cruz. No final da tarde, 137 dessas 159 foram soltas por determinação da Justiça. Todas estavam presas desde a operação realizada num sítio na Zona Oeste. A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro e o Ministério Público Estadual atuaram juntos pela liberdade dos presos.

Até amanhã,

Equipe do Olerj